Spoiler para quem vai comemorar o Dia do Orgulho Nerd: estudar funciona
Produção científica da Univali mostra como o conhecimento ganha escala e impacto

O dia 25 de maio é sagrado para a cultura geek. Seja pela estreia do primeiro Star Wars em 1977 ou pela homenagem a Douglas Adams, autor de O Guia do Mochileiro das Galáxias, o Dia do Orgulho Nerd celebra a curiosidade e o intelecto. Porque nerd não é apenas quem entende de internet ou aquele amigo aficionado por videogame. Nerd é um conceito que define quem se interessa por determinado tema e busca aprofundá-lo. É ser curioso, inteligente e apaixonado pelo conhecimento. E, aqui na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), isso não apenas nos define como nos direciona.
Somos tão apaixonados por conhecimento que não paramos de estudar. A gente pesquisa, testa, revisa, volta, aprofunda. Uma pergunta puxa a outra, um resultado abre caminho para o próximo...
Só para se ter uma ideia, 200 pesquisadores da instituição estão entre os cientistas mais influentes do mundo, considerando o impacto de suas produções em tempo real pelo AD Scientific Index. O ranking avalia o índice H em duas frentes: o volume total de citações na carreira e a produtividade dos últimos cinco anos.
Foto: Dales Hoeckesfeld | #PraTodosVerem: Foto de um jovem com jaleco de laboratório conversando com um grupo em um evento ao ar livre da Univali.Essa métrica coloca a produção da Univali em perspectiva global, comparando o desempenho da instituição frente a parâmetros internacionais em 13 grandes áreas e 221 disciplinas. Ao priorizar o fôlego recente da pesquisa, o critério joga luz sobre a constante renovação acadêmica da casa, destacando quem está no auge da produção em escala mundial agora.
Esse resultado demonstra que o “espírito nerd” — pautado pelo rigor, pela dedicação e pela busca incessante por respostas — distribui-se de forma robusta por múltiplos campos teóricos e práticos, gerando ciência de ponta que impacta o mercado e a sociedade.
Foto: Dales Hoeckesfeld | #PraTodosVerem: Foto promocional mostrando materiais impressos e equipamentos tecnológicos da Univali sobre uma mesa de madeira.Por adotar uma metodologia que valoriza fortemente a produtividade recente, o índice traz até mesmo novos destaques nas primeiras posições institucionais: É o caso das pesquisadoras Tania Bresolin (4º lugar no ranking da casa) e Nara Lins Meira Quintão (5º lugar), que se destacam pela alta performance recente em química analítica e farmacologia. O topo da lista avança demonstrando a pluralidade da Univali, passando pelas ciências jurídicas e teoria política com o professor Paulo Márcio Cruz (6º lugar), e alcançando a gestão estratégica, administração pública e governança corporativa com os pesquisadores Carlos Rossetto (9º lugar) e Rosilene Marcon (10º lugar).
A lista de excelência avança evidenciando o impacto global de pesquisas em áreas como a descoberta de novos fármacos e fitoquímica com Luiz Carlos Klein Júnior (11º lugar), computação e sistemas embarcados com Cesar Albenes Zeferino (14º lugar), e economia e sustentabilidade com Anete Alberton (17º lugar). O próprio reitor da universidade, professor Rogério Corrêa, figura no Top 7 institucional por suas contribuições em química orgânica e ambiental.
Foto: Karine Gerlach | #PraTodosVerem: Foto de um grupo de palestrantes sentados em um palco durante evento em um bar.No grupo dos 20 primeiros estão ainda Alejandro Rafael Garcia Ramirez, com contribuições em engenharia de automação aplicadas a tecnologias assistivas e sistemas inteligentes; André Oliveira de Souza Lima, focado em biotecnologia microbiana para encontrar soluções industriais e de despoluição ambiental; e André Silva Barreto, com trabalhos em biologia marinha voltados ao monitoramento pesqueiro e à preservação de mamíferos aquáticos.
“A presença de nossos pesquisadores em patamares de tamanha relevância demonstra o compromisso da Univali com a excelência acadêmica e com a produção de ciência aplicada”, afirma a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão e Inovação, professora Fátima de Campos Buzzi. A gestora, que lidera pelo exemplo, também figura em destaque no AD Scientific Index, ocupando a 15ª posição geral no ranking por suas investigações voltadas à área de farmácia e ciências da saúde. Segundo ela, o resultado é fruto de um trabalho contínuo que integra formação e inovação.
Foto: Karine Gerlach | #PraTodosVerem: Foto de uma mulher apresentando um mapa com a localização dos campi da Univali em uma tela grande para um grupo de pessoas.Esses indicadores refletem um percurso contínuo de investigação, aprofundamento e produção de conhecimento — o mesmo movimento que está na base do que se reconhece no Dia do Orgulho Nerd.
As ações relacionadas à data, iniciadas na Espanha em 2006 e difundidas globalmente, reúnem pessoas em torno desse interesse comum e ajudam a dar visibilidade a esse movimento. Em diferentes contextos, a lógica se mantém: curiosidade que se sustenta ao longo do tempo produz conhecimento que segue sendo usado, revisitado e ampliado.
“O valor da curiosidade e do estudo contínuo como motores de desenvolvimento pessoal e profissional segue em curso — dentro e fora da universidade”, finaliza a pró-reitora.
Até porque a produção do saber parte do princípio de que o aprendizado não possui um ponto final. Ao apoiar o fomento à pesquisa e à inovação, a Univali se posiciona como um elo entre o desejo individual de aprender e as necessidades globais por avanços tecnológicos e sociais.
Foto: Divulgação | #PraTodosVerem: Foto de três homens sentados ao redor de uma mesa de escritório com notebooks, tendo um banner azul ao fundo.Neste 25 de maio, a celebração do conhecimento reafirma que a mente curiosa é o recurso mais valioso para o futuro. E a trajetória da Univali e de seus pesquisadores demonstra que o investimento no saber é a forma mais eficaz de promover a evolução humana e o protagonismo no cenário da inovação mundial.
Foto: Divulgação | #PraTodosVerem: Foto do público assistindo a uma palestra em um ambiente descontraído com paredes grafitadas.

